02/12/2012

ONU - até quando os crimes sionistas?


O sionismo é essencialmente anti-democrático. Violento, colonialista, racista, é uma das expressões ideológicas sucessoras do nazismo. O sionismo não é o povo que sofreu o holocausto, é a falta de memória histórica que o impõe aos seus vizinhos da Palestina. Numa clara provocação à Organização das Nações Unidas, dois dias depois do reconhecimento da Palestina como Estado Observador, o sionismo israelita  mostra mais uma vez a sua faceta  provocadora e terrorista. Ontem foi o anúncio da construção de mais três mil casas nos territórios do Estado da Palestina de Jerusalém Oriental e da Cisjordânia. Hoje vai mais longe, e assume a rapina como arma política, ao bloquear (roubar) 92,8 milhões de €uros dos impostos da Palestina, num claro atropelo aos Acordos de Paris de 1995 e dos Acordos de Oslo de 1993. O sionismo não respeita as vítimas de Hitler, porque não representa nem descende dos milhares de judeus assassinados e humilhados nos campos de concentração. O sionismo não é o Povo de Israel, é só o despotismo que domina o Estado, de quem os israelitas têm que se divorciar para poderem, um dia, viver em paz com os seus vizinhos. A Palestina vencerá, disso depende a paz na região.