01/11/2012

O brinquedo da Merkel


































Um país que tem como Primeiro Ministro um fantoche, não passa de um Teatro de fantoches. A isto chegou Portugal, um teatro, onde o espectáculo em cena diariamente se assemelha cada vez mais a uma tragédia, que só não é Grega porque não respeita as regras dramatúrgicas clássicas, embora conte com actores e não lhe falte o coro. Este país/teatro desenvolve até à exaustão, e exibe de forma ininterrupta no seu palco,  essa medíocre quanto inútil obra austeritária intitulada Memorando Da Troika, para gáudio de um público sádico que, desde as cadeiras da UE, do FMI, e do BCE, se regozija com as piruetas das personagens - ministros fantoches, acessores fantoches, banqueiros fantoches, (alguns) intelectuais fantoches -, com as declamações do coro - comentadores fantoches, (alguns) jornalistas fantoches, etc. -, mas principalmente com o sofrimento de milhões de figurantes que, na realidade, são os que levam as pancadas mais dolorosas. Os figurantes, como uma legião de escravos, sofrem as pancadas e as humilhações dessa assistência de élite e troikista, mas também as pauladas que os fantoches lhes desferem. É urgente mudar o guião. É urgente a REVOLUÇÃO!