14/09/2012

O Delirante Pôr do Sol de Outono

















Ao contrário do que dizem as biografias do primeiro ministro e do ministro das finanças, o forte dos dois indivíduos bem representados na imagem, não é propriamente o conhecimento em ciências sociais e economia. Ou talvez seja, mas num mundo de software onde impere a realidade virtual. Neste, no mundo concreto, mundo real, a única coisa que começa a ser bem notória -  principalmente depois das últimas entrevistas concedidas à SIC, pelo ministro com nome de rei mago mas azarado em previsões, Gaspar, e à RTP 1 pelo 1º ministro  a quem chamam Pedro, designação de Apóstolo, do mal acrescento eu-,  é que não passam de dois perigosos doentes mentais. A tendência para uma espécie de cleptomania delirante começou a notar-se mal se sentaram nas cadeiras do poleiro e, até hoje, não parou de se manifestar sempre em sentido crescente. Lá foram andando, mal, mas sempre disfarçando mais ou menos bem ou mal, o mal que os afetava. Com o passar do tempo, uma varinha mágica com defeito de fabrico, uma bola de cristal que se faz estilhaços, um povo  a quem já não basta um  rei só com um olho... Enfim, o fim do milagre troikista, a crença (deles) não é ciência. E eis que nas citadas entrevistas, talvez porque a pressão aumenta, manifesta-se o pior receio - somos governados por autistas, cleptómanos  e delirantes. Se não queremos que esta corja nos ponha a viver no séc. XIX ou até na idade média, é urgente encerrá-los. Entregá-los aos cuidados da medicina para investigação. Se o Magalhães Lemos e o Júlio de Matos não tiverem condições por falta de verbas, entreguem-se à psiquiatria alemã, sempre se sentirão mais em casa...